28 de fevereiro
O Ceará foi condenado a pagar R$ 2,7 milhões a Lucas Ribeiro, ex-jogador do clube. A ação vencida pelo atleta é referente a salários atrasados, 13º salários não pagos, direitos de imagem, FGTS não depositado e outros pontos. A decisão da Justiça do Trabalho saiu nesta sexta-feira (21). O atleta defendeu o Alvinegro de 2022 a 2024 e atuou em apenas 32 partidas.
"O atleta ficou 27 meses sem receber o auxílio moradia, previsto em contrato. Também não recebeu os últimos 3 meses de Salários e Direito de Imagem, 13º salários, férias, FGTS, além das verbas rescisórias que não foram pagas. Também foi feito um acordo para pagamento da indenização pela rescisão antecipada do contrato e não foi pago”, explica o advogado do atleta.
“Tanto a Lei Pelé quanto a Lei Geral do Esporte obrigam os clubes a contratar o seguro e, caso o atleta sofra uma grave lesão, esse seguro é acionado e o atleta é indenizado. Ocorre que o clube não contratou o Seguro, e por isso foi condenado a indenizar substitutivamente o atleta. Cabe esclarecer que na audiência propusemos acordo de 1,5 Mi, sendo que o clube ofertou apenas 300 mil. Nosso sentimento é de justiça”, completa.
Fred Bandeira, diretor jurídico do Alvinegro, informou que o clube ainda não foi notificado da sentença. No entanto, adianta: “Vamos recorrer. É uma sentença absurda”.
O jogador de 25 anos foi revelado pelo Vitória, depois foi contratado pelo Hoffenheim, da Alemanha. O defensor também atuou no Internacional e chegou ao Vovô em 2022. Depois foi para o Goiás, onde teve contrato renovado.
Fonte: GE
Imagem: Canva